Sameul sabias que o professor Tata' e' avo da mulher do Henrique Rosa , portanto Neta Robalo prima minha! Fui aluno dele no Gan Bidjugo, junto da antiga Associacao?
Muma obrigado por essa infomação. Não sabia, não!
Um abraço!
Samuel Vieira
23.05.2009 12:46, Ussumane Mandjam from Portugal :
Venho atravez deste meio mostrar aminha preucupaçao face o estado do ensino do meu pais,vi ontem reporter africa fiquei muito triste,ao aparecer a noticia de que os liceus do pais se encontram paralisados ja la vao ha um mes.
Pergunto,oque que os nossos governantes pençam?Eu peço que dao a preordade a EDUCAÇAO porque sem ela nao vamos ao lado nenhum.
Oque falta mesmo e a falta de enterece com opovo mesmo,aconselho que tomam muito cuidado com opovo,porque opecado se paga.
Ogoverno da preoridade a parte da sociedade que nao merece,os MILITARES,que nao sabem quais sao os seus deveres a nao ser criar confuçoens e disordem perante opovo ja farta da miseria.
Um povo sem educaçao e um povo facil de se manepular como fazem os politicos da GUINE.
05.05.2009 16:22, Gustave Callewaert from belgium/france/sweden :
I want to receive e-mail adress of Dulce Borges with whon I worked in Bissau 1978
27.04.2009 11:10, RicardoMaria Djalank from Guiné-Bissau :
“Basta” Mentira na educação
O elemento que pode unificar as políticas publica da educação está numa visão do direito. Cada país pode ter suas especificidades, cultura e características próprias, mas entendem o direito a educação como um direito humano fundamental que deve ser garantido a todos de uma forma mais ou menos confortável e igualitária. Assim, quem não tem acesso a ela pode demandá-la exigi-la na justiça.
É perigo para qualquer nação que entende a educação como um serviço temporário porque um serviço temporário pode ser suspenso, oferecidas apenas mediante ou ate mesmo negado. Os que estão excluídos dele ficam sem mecanismos legítimos para reivindicá-la. É preciso entender esse direito e entender que a partir da educação se consegue o cumprimento de uma seria de outros direitos.
É obvio aos olhos de qualquer pessoa bem educada afirmar-se que a educação constitui um elemento essencial na qualificação produtiva e na prosperidade de qualquer nação.
Ela constitui também o principal factor de inserção dos jovens no mercado de trabalho.
Parece haver um consenso quanto a isso, mas na realidade é falsa. Pergunto porque os alunos continuam a estudar no meio da rua ,nas salas improvisadas?
Porque o aluno da escola publica são condenados a não estudar o ano completo? Alguém ganha com isso?
Não é novidade para ninguém que a qualidade do ensino na Guiné-Bissau vem se deteriorando cada vez mais. E Muitos acham absurdos quando os estudantes vão a rua ou nos órgãos de comunicação para dizer basta a educação de mentira. Mas as pessoas não acham absurdas quando os deputados e militares reclamam aumento dos salários aquisição de carros todo terreno “para puderem entrar nos bairros esburacados e visitar as moças!” casa cincos” não pensam em resolver problemas de povo que os elegeram ou na educação dos mesmos. Que absurdo!
E nesta ordem da idéia
O acesso a educação é algo fundamental para dinâmica de qualquer país, mas para que isso aconteça é preciso investimento nas infra-estruturas, nos pagamentos de salários dignos aos professores e treinamento dos mesmos. Outras opções incluem o investimento e uma maior participação do sector privado na educação, ainda que este assunto continue a gerar muita polemica. Pois, uma vez que o estado da Guiné-Bissau já provou o suficiente a sua incompetência para com a educação.
Basta a educação de mentira, basta a futrica, pergunto, é possível um estudante aprender os conteúdos em três meses como tem sido verificado muita das vezes?
Se for assim, continuaremos no insucesso escolar ou se quisermos, continuaremos na deficiente promoção do sucesso. Devemos recordar que o insucesso não afecta exclusivamente o aluno, mas sim a toda sociedade.
Parem de brincar com este povo, ele não merece falta de respeito. Já é tempo de investirmos se de facto almejamos uma sociedade de futuro, menos violenta, menos golpistas, menos ignorantes, menos entreguistas e menos assaltantes e bandidos. E para acautelar devem ser tomadas as medidas urgentes para salvar este ano lectivo que resta apenas 60 dias evitando assim as passagens automáticas e atribuições das notas administrativas como havia acontecido nos anos a trás.
Prof.
Ricardo Maria Djalank
15 .03.09
16.04.2009 00:38, Muma from USA :
Sameul sabias que o professor Tata' e' avo da mulher do Henrique Rosa , portanto Neta Robalo prima minha! Fui aluno dele no Gan Bidjugo, junto da antiga Associacao? Ja' que recordar e' viver nao sei se lembras da Avo Dapenha, Dodoia que faleceu em Angola, Mamazinha Pontes Manuela Pontes, Chico Medina, Orcar Medina etc etc! Velhos tempos huh? O professor Tata' alem de ser um dos melhores educadores foi tambem uns desses que sempre disse nao a COLONIZACAO PORTUGUESA!
PS: Lamarana nao me digas que tambem passaste nas maos do Pr. Luis Pontes de Bolama?!!
Mantenhas!
13.04.2009 14:08, Samuel Vieira from Brasil/PE :
Dr. Lamarana, " Com toda a honra! na Guiné temos tantos doutores cujos títulos muitos desconhecem a procecedência, mas no seu caso conhecemos."
Realmente é de suma importância que cataloguemos os dados dos nossos queridos professores que estão vivos e os que já foram. É preciso que essa junventude actual conheça ou se informe do sistema de ensino daquela época e o brio dos professores daquela época. Dos professores citados por você da ex-escola técnica que finalizou suas atividades em Brá, temos o Professor Tutu, salvo erro além de Professor de Educação Física também foi Professor de Oficina. Hoje é Fazendeiro em Bissau. Grato pela sua colaboração! O nosso trabalho continua!
Um abraço!
Samuel
12.04.2009 17:56, Mamadu Lamarana Bari :
Caro Samuel
Pelos vistos Pernambuco te quer bem. Estás bem rejuvenecido na foto (risos).
É louvável esta iniciativa sua. Devemos render tributos àqueles que foram os nossos alicerces no saber e na instrução como cidadãos que hoje revelamos ser. Ainda acrescento os nomes de Professores, Luis Pontes, Maria da Luz, Albino "Corte Real" de Bolama. Professores de Bissau, Augusto Patcho, Dominguinhos da Escola Técnica, José de Souza, Augusto "Pato", Albino de Oliveira, Marciano Pedro Gomes, Luis Semedo e Aguinaldo da Escola D. Berta Craveiro Lopes, hoje José de Souza, Serafim de Santa Luzia, Santana e Quincas de Pilum e tantos outros que agora me falham a memória, mas se alguém souber que ajude levantar esses nomes. Claro que dos Bairros de Chão de Papel Varela, Bandê, Caracol, Missirá, Bairro de Belém devem ter muitos a lembrar. Esses aí nominados foram os que marcaram a nossa juventude e homens de hoje. Para os que estão vivos minha eterna gratidão e para aqueles que passaram para o Oriente Eterno minhas eternas lembranças e vida eterna em um bom lugar no céu. Um levantamento do passado histórico desses valores será um grande contributo para o Projeto Guiné-Bissau Contributo. Vou ainda mais além, se possível fazer um museu de imagem e de som. Certamente, não será possível gravar a fala dos que já foram, mas poder-se-á tomar depoimentos sobre estas personalidades. Samuel estás de parabéns pela idéia. Vamos colocá-las em prática. Eu como professor sentirei honrado por esta homenagem. Por que eles marcaram uma época e formaram gerações. Todas as vezes que mirarmos para o nosso crescimento profissional e intelectual, vemo-los por trás desses sucessos.
Continuação de Feliz Páscoa para todos amigos e colaboradores deste Site didinho org. Pois saibam que divergência no pensar não significa brigar ou rompimento de laços que nos irmanam como guineenses que somos. A democracia se fortalece do oposto pensar.
Mamadu Lamarana Bari
05.01.2009 17:12, Francelino sanha from sou da Guiné-Bissau :
Para mim educar significa abrir portas para realizações.
11.11.2008 18:41, RILDO FERREIRA from Brasil :
Pessoal,
E se cada um que sabe, como esse Engenheiro Químico que postou uma mensagem aqui, tomasse coragem e chamasse 5, 10 pessoas analfabetas, e mesmo em sua casa, aí, na sua tribo, pudesse junto com eles construir conhecimentos?
Ora pessoal, é comum aos tiranos e às classes hegemônicas perpetuar as coisas como estão para que não haja mudanças nem igualdade nas condições do saber, afinal, quem sabe se liberta. Então temos que contribuir (ô, é fácil falar daqui do Brasil, né?) fazendo um pouquinho mais que as nossas obrigações.
Abraços a todos.
23.04.2008 17:06, Carlos Alberto :
Na minha opinião, a situação da educação da guineense é o resultado dos péssimos governos que tivemos desde os primeiros anos depois da independência. Isso se considerar que o governo é o maior e único orgão com direito de garantir as mínimas condições (educação, saúde, saneamento básico, etc) para o povo guineense, uma vez que o interesse do sector privado será pouco. Com isso pergunto: Como é que um presidente me fala em desenvolvimento se a educação está nas piores condições possíveis? O que faremos para ter uma sociedade sã amanhã se não temos exemplos decentes para os nosso filhos?
Todos os problemas da Guiné-Bissau são meus também, portanto pra que eu possa ter coragem de criticar, tenho que fazer a minha parte. E como fazer a minha parte? Preservar as degradadas infra-estrutuas que temos, cumprir com as minhas obrigações e saber cobrar os meus direitos. Então, a educação é um dos meus direitos e tenho que cobrar isso do governo e exigir uma fatia considerával no orçamento do governo para a educação.
No mais, um abraço à todos.
11.02.2008 19:00, Pedro Mendes* :
Compreendo a sua preocupação, aliás a nossa. Pois, é muita pena que a GUINÉ-BISSAU ficou despilotada e sem COMANDANTE, mas sim mandantes desnorteados. Os ACTORES DO MOVIMENTO REAJUSTADOR DO 14 DE NOVEMBRO esqueceram-se da EDUCAÇÃO e CULTURA e reajustaram tudo à moldura deles. Assim, ficou tudo desareajustado na PÁTRIA DE CABRAL.
Agora, cabe-nos a nós, POVO, LUTAR para negar esse desareajustamento que nos foi imposto, REAJUSTANDO TUDO À NOSSA MOLDURA, POVO.
* Engenheiro Químico
11.02.2008 18:03, Abduramane Djaló from Portugal :
A Educação deve ser concebida ao interesse da Nação guineense. Os estrangulamentos são conhecidos:
--- Desorçamentação O Estado guineense em termos de orçamentos tem como perioridade A Defesa, seguida pelo Interior, depois Saúde e só no quarto plano é que surge a Educação.
..... A deficiente cobertura da rede escolar, no interior ( no sector de Pirada , por exemplo, crianças ainda andam bom bocado para chegarem à escola.
..... A precária formação e qualificação dos professores sobretudo do nível primário ( ainda existem educadores com nível de quarta classe a leccionar quarta classe.
..... Falta de equipamento no ensino secundário (biblioetcas, salas de ensaios para as disciplinas práticas para não falar de informática que seria um luxo demais.
..... A pouca (ou falta de) interesse dos pais e encarregados de Educação no seguimentos dos seus educadandos.
.... Nomeação dos responsáveis escolares (directores) feita por cores partidárias ( em Novembro passado a maioria que veio substituir os antigos veio dos Renovadores não esqueçamos que o partido de Cabral que os ensinou.
.... Ausência de modelos de educação. Tanto quanto se sabe instrução sem educação equivale vestir um corpo sujo com roupa limpa. Na era colonial havia moral cristão, uma aula em que os educandos (nós éramos incutidos virtudes boas. Na´década de 70 havia uma lição a que se dava o nome Brinsam pelas suas virtudes todas as crianças queriam seguí-la: Educada qb, pontual, assidua, colabora nos trabalhos caseiros, sempre limpa, pratica desporto, conta anedotas, aliás um modelo de um adolescente ideal. A partir da década de 80 só se pensou na instrução é por isso que hoje em dia é praticamente difícil distinguir quem vai ou não à escola.
.... Flta uma avaliação constante e rigorosa aos professores que muitas das vezes trabalham sem planos diário.
07.02.2008 17:35, Abduramane Djaló :
O ensino na Guiné-Bissau não reflecte as reais necessidades do mercado laboral. Os certificados que os educandos obtêm no final do ensino liceal são destinados directamente para o desemprego.
Por isso, urge com urgência virarmos para o ensino profissionalizante que garantam emprego aos nossos jovens sedeados de se libertar dos pais e formarem famílias.
04.02.2008 14:09, Mídana Sanca :
é urgente introduzir reformas profundas no sector de educação e ensino na guine-bissau, reforma que passa pela reformulação do formato actual, com vista a responder aos novos desafios sobretudo da era moderna, centralizado no desenvolvimento tecnologico e capacidade de inovação, é necessário dotar escolas de meios tecnicos e materiais, que permite inovar o conhecimento, nomeadamente cientifico, hoje somos confrontados com situações verdadeiramente espantosa, fruto de uma espantosa e admiravel desenvovimento e avanço cientifico, graças a um forte investimento no desenvovimento do conhecimento. a guine não pode constituir um elemento neutro de uma sociedade globalizada com forte indices de desenvolvimento educacional.
29.01.2008 22:00, Carlos Alberto :
Na minha opinião, jamais teremos uma sociedade com uma educação de um nível elevado se a nossa formação de base apresenta problemas sérios. Hoje estamos nesta situação porque ontem singuém se preocupou com a nossa educação de base e tudo começa com uma boa educação começando com professores capacitado ou diplomados, digamos assim. Mais uma outra coisa que acho importante para dar arranque ao desenvolvimento é seguinte: 1) Apoiar os governantes do que boicotar os seus projetos que podem ser benéficos para a sociedade; 2) Assumir a cidadania guineense e preservar o degradado infra-estrutura que temos envés de destruí-lo; 3) Fazer críticas construtivas e não destruitivas; e 4) Para que cada guineense começa a pensa em um país que o seu neto viverá amanhã, preservando assim o ambiente hoje.
O desenvolvimento da Guiné-Bissau depende de cada guineense e não das ajudas que torna o país cada vez mais dependente, impossibilitando-o de dar os primeiros passos para o desenvolvimento.
Muito obrigado e peço desculpas de ofendi alguém. Tchau e um abraço.
29.01.2008 20:36, Edson Incopté from Lisboa :
Quanto a este texto, acho que posso comentar com algum conhecimento de causa já que estou a frequentar uma curso profissional e antes de optar por esse caminho, procurei recolher algumas informações sobre o assunto.
Posso dizer que concordo plenamente com o senhor Filipe Sanhá no seu análise a este tema, principalmente quando diz: “as Universidades são vitais para o desenvolvimento de qualquer país… mas na verdade, os recém licenciados não possuem um treino suficientemente prático para uma inserção imediata na cadeia do cada vez mais exigente mercado” e anda posso dizer que estas duas coisas podem ser conciliadas com óptimos resultados. Pois conheço muitas pessoas que depois de concluírem os seus cursos profissionais, resolveram entrar para a universidade e saindo-se melhor dos que frequentaram ensinos regulares antes de irem para a Universidade.
Também posso dizer que mesmo que não seja com muita força ainda a GUINÈ-BISSAU esta de facto a apostar na formação profissional, porque durante a minha estadia na nossa terra, isso durante as ferias de verão, observei a existência de alguns centros de formação nomeadamente a CITEC e muito outros.
Por outro lado fiquei também bastante agradado por o projecto www.didinho.org mostrar que não serve só para criticar o que esta mal, mais também para louvar e incentivar os bons projectos que podem ajudar o nosso país a melhorar.
01.12.2007 08:57, Filomena Embaló :
Venho reforçar o ponto de vista do compatriota Intunda Na Montche, que aborda uma questão que para mim é fundamental para o desenvolvimento da Guiné-Bissau: a formação de base, isto é aquela que é capaz de elevar o nível das populações rurais, que compõem a maioria dos habitantes do país. E essa formação tem que passar necessariamente por uma alfabetização sistemática e generalizada da população. Ele deu e bem o exemplo da cólera, dizendo que as populações poderiam proteger-se melhor se estivessem mais esclarecidas. Em todos os domínios, a população defender-se-ia melhor se se pudesse instruir, ter acesso ao conhecimento científico que lhe é interdito pelo analfabetismo. O primeiro factor e o primeiro agente do desenvolvimento é o Homem, cada homem e cada mulher. Daí a importância fundamental da sua formação para que ele possa ser um agente válido, dispondo e dominando os instrumentos necessários ao processo de desenvolvimento. Precisamos de médicos, de engenheiros, de economistas, de juristas, etc, é certo. Porém, o trabalho destes técnicos superiores será em vão se massivamente a população não estiver à altura para servir de receptáculo à contribuição que esses técnicos possam dar. E enquanto não houver consciência de que não se pode desenvolver o país a duas velocidades, quando a esmagadora maioria se encontra na velocidade inferior, o país continuará a debater-se com os mesmos problemas sociais, económicos e políticos, adiando indefenidamente o seu progresso.
Resumindo, a formação nos domínios mais básicos das populações rurais é, a meu ver, a única chave capaz de conseguir destrancar definitivamente a porta do desenvolvimento da Guiné-Bissau!
21.11.2007 11:44, Intunda Na Montche from Roma-Italia :
Queridos Irmao e amigos da Guine-Bissau, lì os vossos comentàrios sobre a problematica da educaçao no nosso paìs. Acho que iniciamos bem este nosso debate que è um contributo para melhoria do sistema educativo na Guinè-Bissau. A volta de tudo isso eu gostaria de solecitar a quela camada da nossa terra que se faz chamar de classe intelectual, que quando falam de educaçao na nossa terra falam sò das novas tecnologias da educaçao, ou da formaçao Universitaria e mais nada. Mas, antes pelo contrario devemos pensar na aqueles como nòs que nunca chegaram de ter acesso de alfabetizarsi. Por exemplo: se pensamos nas mulheres das diferentes tabancas do nosso paìs que sao analfabetas, dos homens adultos analfabetos e sobretudo de milhares de crianças da nossa terra que vivem sem possibilidade de ir a escola!!! portanto quando falamos da educaçao na Guinè-Bissau è tambem pensar na educaçao de base começando apartir de alfabetizaçao de adultos e das crianças. Digo isto porque a maior pobreza que o nosso povo esta a viver hoje è devido o analfabetismo para alèm da ma gestao da coisa publuca que os nossos sucessivos governo tem feito da independencia atè a data de hoje. Faço um exemplo: hoje na quelas tabancas onde esiste a còlera neste momento è mais por causa de analfabetismo generalizada entre as mulheres e os homens das nossas tabancas!!! Qual è a resposta entao que a educaçao tem a dar perante a esta situaçao?! Oiçam bem, isto nao compete sò a saùde, mas tambèm a educaçao tem um papel fundamental nisto.
Obrigado,
Intunda Na Montche
05.11.2007 23:01, Saido :
Meu nome é Saido Lamine Ba, estudante guineesse residente no Brasil, faço curso de Administração das Empresas na Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) Recife/PE.
Gostei das ideias propostas pra debate, ambos somos guineenses cada um tem que dar sua contribuição para melhor funcionamento da educação em guiné, só assim haverá melhoria no nosso sistema de ensino. Dois pontos são da mera preocupação, grande exemplo disso é a dificuldade que muitos passam ao entra Universidade, deparam muitas dificuldades para fazer pesquisas e digitar seus trabalhos académicos porque n sabem onde e como começar, se tivessem uma base pelo menos não teriam grandesproblemas. E quanto ao moral muitos estão a sonhar com roubo, dizem: flano de tal roubou eu também vou roubar porque não sou burro ou flano de tal não no seu mandato não farei nada também, acho que devemos ter acima de tudo interesse nacional e depois pensar em nossas vidas, mas os nossos governantes não nos ensinaram isso e tem muitos jovens que ja estão a pesnsar assim também, é muito triste a situação do ensino guineense.
Espero que o governo acate essa maravilhosa ideia.
atentamente
saido
04.11.2007 23:49, pedro from portugal :
Associação Portuguesa de Investigação Educacional
Associação Portuguesa de Investigação Educacional
Centro de Recursos e Formação
Vimos por este meio convidá-los a participar na I Cimeira Internacional on-line de educação Especial organizada pela apie – Associação Portuguesa de Investigação Educacional a realizar em http://edif.blogs.sapo.pt/ em Fevereiro e Março de 2008.
Para participarem deverão enviar 1 artigo acerca de qualquer temática relacionada com a educação especial devidamente assinado.
Esse artigo será publicado no site: educação diferente nos meses em que decorre a cimeira.
Com esta iniciativa procuraremos efectuar uma ponte de conhecimento entre diversos países, onde a partilha, a exposição e a discussão serão fundamentais para o esclarecimento de todas as problemáticas relacionadas com a educação especial.